Depois a Louca Sou Eu

Em parceria com a diretora Júlia Rezende, o desafio desse trabalho foi traduzir, por meio de uma abordagem contemporânea e jovem, o sensorial da crise de ansiedade — elemento central da narrativa e da protagonista. O trabalho partiu de uma imersão profunda no universo emocional do filme, resultando em uma extensa pesquisa de linguagens estéticas que orientaram as decisões do time artístico, da direção de fotografia à montagem, passando pela direção de arte e som. O objetivo era criar uma experiência que fizesse o público não apenas compreender, mas sentir o ritmo, a desordem e a intensidade de uma mente ansiosa, em uma linguagem viva, pulsante e afetiva.
A linguagem da ansiedade















" Um portal que se abre no processo criativo. A pesquisa de linguagem funciona como um acelerador criativo e também, como um tradutor daquilo que enxergo pro filme. É inspirador para toda a equipe, desde o roteirista até o fotógrafo e diretor de arte"